No passado dia 26 de Março o jornal AuriNegra publicou um caderno especial sobre a nossa freguesia. Este suplemento introduz a antiquíssima história nossa freguesia e das suas principais tradições: "Terra de música e leitão assado".
Em destaque encontram-se os futuros projectos da Associação Filarmónica dos Covões—como a gravação de um CD da banda, o comércio do famoso leitão assado e uma entrevista com o presidente de Junta, Asdrúbal Torres, sobre os projectos para fomentar o desenvolvimento da nossa terra e lutar contra o empobrecimento e envelhecimento da população—como a construção de um pólo industrial.
Também presentes estão as diversas associações da freguesia.
Este suplemento termina com a apresentação de uma empresa de sucesso na freguesia—a Asa congelados.
Um muito obrigado às jornalistas Ana Paula Cardoso e Cândida de Sá por este excelente trabalho.
Para ler o suplemento completo vá a http://www.aurinegra.com/primeiras/covoes.pdf
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sexta-feira, 2 de abril de 2010
segunda-feira, 1 de junho de 2009
A história de um porquinho
Reza a história, pelo menos a que é contada cá pelas nossas bandas, que o famoso Leitão da Bairrada, iguaria sem par com direito a honras de Confraria, é originário dos Covões. No entanto, outras localidades reivindicam este petisco como a Mealhada, Anadia e Águeda. Como o afirma o senhor José Mendes, assador de leitões na Mealhada, "Pergunte a quem quiser. De onde é o Leitão? Sempre foi da Mealhada!", ou ainda o Samuel Fernandes de Aguada de Cima que conta a história de um homem que vivia na Miragaia e vendia leitões de porta em porta. Ora as origens do leitão são anteriores a todas as fábulas e a todos os "Ti Maneis" a quem é atribuída a paternidade do prato. A primeira referência documental, segundo a Confraria Gastronómica do Leitão da Bairrada, do modo de confecção do Leitão da Bairrada remonta a 1743 ("Cadernos de refeitório, manuscrito conventual"). Com esta "tenra" idade será difícil estabelecer com exactidão onde tudo começou mas, os mais de 250 anos de história do saboroso Leitão da Bairrada transformaram-no num prato nacional e "o prato nacional é como o romanceiro nacional, um produto do génio colectivo: ninguém o inventou e inventaram-no todos..." (Fialho de Almeida).
Venha ele de onde vier as devidas honras devem ser feitas aos assadores da nossa terra que estão, sem dúvida, entre os melhores da sua arte.
Venha ele de onde vier as devidas honras devem ser feitas aos assadores da nossa terra que estão, sem dúvida, entre os melhores da sua arte.
Fotos por Manuel Ruivo
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