segunda-feira, 13 de abril de 2009

Tradições


Passou mais um dia de Páscoa.

E, como sempre, cumpriu-se a tradição.

Para além do sentido religioso da Páscoa, da visita de Cristo Ressuscitado a nossas casas, existe uma outra dimensão importante na visita pascal, também denominada compasso.

É neste dia festivo que todos enfeitam a sua rua, que abrem as suas casas aos vizinhos e amigos.

É neste dia que revemos amigos e familiares tantas vezes distanciados pela correria do dia a dia.

Que se cumpra a nossa tradição por muitos e bons anos.




segunda-feira, 23 de março de 2009

Primavera




Hoje de manhã, ao olhar pela janela, vi que chegou a Primavera.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Resposta ao amigo Paulo Gomes...

Primeiramente quero agradecer os teus comentários. Aliás, foi com essa intenção que este Blog foi criado. Mas, é a critica positiva que nos ajuda a avançar! E, por vezes, dizemos certas coisas que depois devemos retirar ou desculpar-nos.
Quanto à ARCO não sou o autor do Historial. Recebi o texto de alguém que, como tu, já fez parte dessa Associação e limitei-me a transcrevê-lo. Se aí há "gralhas", como mencionas, podias talvez enviar as informações correctas.
Em relação aos locais comerciais aparecem todos, suponho. A relação dos comércios também me foi enviada e se porventura algum não foi mencionado, garanto que de minha parte, não foi propositadamente. Além disso, nenhum comércio paga seja o que for, pelo que podiam talvez agradecer um favor, pequeno que seja, em vez de barafustar ou reclamar.
Sem partidarismos...
Dinis Bento

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Santo Amaro do Picoto






Ontem fui ao Santo Amaro do Picoto.


A chuva estragou a festa. Mesmo com mau tempo os romeiros eram em número bastante elevado.


Longe vão os tempos do Santo Amaro cheio de lama e barro, da necessidade de utilizar botas de cano alto, das famílias dispersas pelos matos com o seu lanche...

Hoje almoça-se nas barracas...

Ainda me lembro de, há mais de 40 anos, ir a pé com o meu avô, com uma cana na mão e cantar:




Santo Amaro do Picoto
P´ra mim foste um ladrão
Deste-me três pernas
E só duas chegam ao chão.










terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Boas Festas

Mesmo estando do outro do Atlântico o Dinis Bento faz mais pela divulgação de Covões e da freguesia, das suas gentes e costumes, do que muitos covonenses aqui instalados (nos quais me incluo).
O seu amor pela terra é louvável. Sabemos que não é o único, felizmente existem muitos.

O trabalho, a carreira, a loucura do dia a dia, fez-nos perder o rasto a tantos companheiros de escola, a tantos amigos de infância.
Nesta quadra do Natal, tempo de viver as nossas tradições, de estarmos perto da família e dos amigos, quero lembrar todos os conterrâneos, estejam onde estiverem e daqui, desta nossa terra, enviar um abraço forte e votos de Feliz Natal e um Ano Novo cheiro de esperança.
Que o Menino Jesus vos encha o sapatinho de prendas.

Manuel Augusto Ruivo

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Breve mensagem de Boas Festas

Nesta quadra festiva quero aproveitar para desejar a todos os conterrâneos, aos amigos comigo empenhados neste projecto e a todos os que nos visitem um feliz Natal e um Ano 2009 cheio de realizações.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

11/12/2008
Nesta altura do ano, não sei bem porquê, lembro-me sempre de coisas esquecidas. Os dias são tão cheios de urgências e compromissos que normalmente estas coisas resvalam na carapaça e caem e desvanecem-se. Mas nesta altura não. Parece que ficam ali, mesmo à espera de serem relembradas. Será nostalgia, não sei. Lembro-me das pessoas do Seadouro e dos Covões, e são tantas, da minha infância. Tinham birras, às vezes maus feitios, falavam alto, tinham desavenças. Enfim, tal como agora. Mas havia qualquer coisa diferente, que é difícil explicar. Penso que era a alegria das coisas simples. Sim, era isso. E era sensação de que se pertencia a uma família grande, em que todos eram tios e tias, em que as alegrias de uns eram sentidas por todos como se fossem também suas. As portas das casas não eram fechadas à chave e quem aparecia, mesmo sem ser esperado, tinha sempre um prato e um copo à mesa, e, pasme-se, aceitava e sentava-se à mesa e partilhava a refeição. Tanto mudou e tanto passou. Mas ainda há pessoas e as necessidades ainda são as mesmas, e as pessoas ainda se preocupam umas com as outras. Se virmos bem, nem tudo passou, nem tudo mudou. Isto ainda acontece. É isso que me lembra o NATAL.
Desejo a todos um Muito Feliz Natal, em paz e harmonia, com a familia, a nossa Grande Família.
Júlio César Santos